ETs, órbitas e forças gravitacionais III
Pedro Menin
2 abr (6 dias atrás)
Para Cristiane Conti
É assim. Se você não aprende, fica fraco e a merda entra naquela sua fraqueza e dói. Aprender e ficar mais forte evita que certas dores filhas da puta nos atinjam (dor de querer reconhecimento do outro, querer elogios, temer a crítica, morrer de medo da frase "eu não esperava isso de você" e outras doenças). Assim, nessas coisas, viva o Gasparóide que ensina bem as lições de foda-se o outro.
Mas depois de buscar muito, aplicar eft como um desgraçado (porque temos MUITA MUITA MUITA merda para desprogramar), depois de aplicar muito Ho'oponopono para limpar as merdas de nosso mundo (porque as bostas que estão fora estão dentro) e reprogramar o inconsciente para eliminar um monte de vícios, parece que chegamos ao grande NADA. Uma solidão filha da puta, que não é a solidão do sorvete, mas a solidão de eco, de falar e ter quem te entenda sem precisar explicar e explicar. Eu falo, as pessoas olham, se comovem e depois ficam esperando pelo "seu" amor (e como eu sei que o amor vai só enfiar uma lata de ervilhas com areia no cu dos infelizes, faço um sorriso de "que merda, ele nem desconfia a dor que o espera, mas eu que sei, sei também que existirão muitas outras para ele chegar onde estou, onde as dores doem menos forte, mas doem de existir - o que nem sei se não é pior").
Fora isso, tudo bem.
Minha música é Home do Depeche Mode (nada docinha) e é o Caio que me abraça e me beija quando me vê triste, sem precisar entender nadinha. É o amigo que Deus me mandou.
2 abr (6 dias atrás)
Para Cristiane Conti
É assim. Se você não aprende, fica fraco e a merda entra naquela sua fraqueza e dói. Aprender e ficar mais forte evita que certas dores filhas da puta nos atinjam (dor de querer reconhecimento do outro, querer elogios, temer a crítica, morrer de medo da frase "eu não esperava isso de você" e outras doenças). Assim, nessas coisas, viva o Gasparóide que ensina bem as lições de foda-se o outro.
Mas depois de buscar muito, aplicar eft como um desgraçado (porque temos MUITA MUITA MUITA merda para desprogramar), depois de aplicar muito Ho'oponopono para limpar as merdas de nosso mundo (porque as bostas que estão fora estão dentro) e reprogramar o inconsciente para eliminar um monte de vícios, parece que chegamos ao grande NADA. Uma solidão filha da puta, que não é a solidão do sorvete, mas a solidão de eco, de falar e ter quem te entenda sem precisar explicar e explicar. Eu falo, as pessoas olham, se comovem e depois ficam esperando pelo "seu" amor (e como eu sei que o amor vai só enfiar uma lata de ervilhas com areia no cu dos infelizes, faço um sorriso de "que merda, ele nem desconfia a dor que o espera, mas eu que sei, sei também que existirão muitas outras para ele chegar onde estou, onde as dores doem menos forte, mas doem de existir - o que nem sei se não é pior").
Fora isso, tudo bem.
Minha música é Home do Depeche Mode (nada docinha) e é o Caio que me abraça e me beija quando me vê triste, sem precisar entender nadinha. É o amigo que Deus me mandou.
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