Tem treta aí.
Deleuze, o filósofo francês que tinha garras, qual as do Zé do Caixão, para agarrar-se a certa distância segura do mundo (e que morreu negando quaisquer dessas psicossomáticas), dizia que pensar é algo mais... profundo... como diria desta vez nosso finado Belchior.
Não bastam ideias que transitam bestamente na mente, como um comercial que insiste em seus ruídos para que prestamos a ele alguma atenção.
E quando você pensa com essa seriedade toda, chega a uma conclusão bem fácil que se a boa teoria serve apenas para quem está suficientemente preparado para ela, então a teoria que me serve é qualquer uma que traga algum tipo de riso maroto aos cantos dos lábios - até porque se for muito mais que isso, posso não estar suficientemente preparado.

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