como se fosse possível 'resiliar' e resistir e renascer após cada desmanche o ar rarefeito que faz do estampido do choque no estômago um nublar do olhar o olhar de eternidade e de precipício o desmantelo dos nossos pedaços que ousamos recriar com cola branca a bravura do insistimento no aniversariar segue a noite o dia segue crescendo e decrescendo a chuva insiste em desabar a gente recria as condições do sobreviver e segue
Todos sempre tão atrasados, mas exigentes: queremos sentar na janelinha
ResponderExcluirE esquecer é o exercício que olvidamos, e então, não fazemos
ResponderExcluirE esqueceríamos mais e melhor se masturbar não nos fosse tão importante